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Todos os dias, surgem novos empreendimentos que encontraram no universo digital um lugar de ascensão, principalmente entre os brasileiros. A agência de marketing social ‘We Are Social’ divulgou, no ano passado, um relatório que mostra dados estatísticos sobre a internet em 2014.  De acordo com a pesquisa, o Brasil é o terceiro país no mundo que passa mais tempo na internet. De seus quase 204 milhões de habitantes, 54% são usuários ativos da rede e passam ali quase o dobro de tempo que gastam assistindo televisão.

No campo das vendas, o número de consumidores do comércio virtual, também conhecido como e-commerce, passou de um milhão em 2001 para 61,5 milhões em 2014, e esse número só tende a aumentar. Uma das explicações para esse crescimento deve-se à inclusão digital das classes C, D e E – grande parte dos novos consumidores é representado pela classe C. Foram registradas mais de 103,4 milhões de compras online só no Brasil naquele ano.

Porém esses dados não estão relacionados apenas às vendas em lojas virtuais. Empresas físicas que investem na divulgação de seu negócio pela internet têm maior possibilidade de se estabelecer no mercado, explicou Laís Casado, analista da Unidade de Acesso a Mercados (UAM) do Sebrae em Alagoas.

“A internet é uma ótima forma de se posicionar no mercado, além de estabelecer um maior contato com o cliente. A comunicação deve ser estratégica, utilizando uma linguagem adequada pro cliente”, afirmou Laís, lembrando ainda que a empresa também pode usar as redes sociais para extrair informações importantes do cliente e realizar pesquisa de mercado e satisfação.

O campo é vasto. Em 2015, o e-commerce faturou 41,3 bilhões de reais, o que representa um crescimento de 15,3%, em relação ao ano anterior, de acordo com pesquisa da E-bit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico. As áreas que mais faturam com a venda online são Moda e acessórios (19%); Cosméticos, perfumaria e saúde (18%); Eletrodomésticos (10%); Livros e assinatura de revistas (9%) e Informática (7%).

Programa 10 dicas para e-commerce

Para auxiliar o empreendedor que queira aproveitar essas oportunidades, o Sistema Sebrae criou o programa “10 Dicas para E-commerce”, um conjunto de dez vídeos inteiramente dedicados ao comércio eletrônico onde é possível adquirir conhecimentos valiosos, que ajudarão a enfrentar os desafios do ambiente online.

Nos vídeos, é possível encontrar informações como feedback, navegação e mobilidade, ampliação do alcance do negócio e, ainda, orientações sobre como atender às exigência do cliente e do mercado online. Disponibilizado gratuitamente, o material pode ser acessado através do link youtu.be/QL95IsgCVv4?list=PLnPmdlI4EGt2HZeMwbCWfNdOFpTMpHKLg

Quanto às capacitações presenciais, o Sebrae em Alagoas oferece, dentro da solução Na Medida, o curso “Como Vender na Internet”, que oferta aos participantes oficinas práticas do uso de redes sociais, sites e blogs. Também possui consultorias específicas de marketing, onde é traçado um plano estratégico de acordo com a necessidade de cada negócio e objetivos do empresário.

“A demanda por cursos, capacitações e consultorias sobre como usar a internet em benefício do negócio vem crescendo no Sebrae, tanto para marketing digital como para vendas online. Isso ocorre devido aos menores custos de manutenção que um negócio online pode trazer, e, a depender do segmento de atuação o negócio, o maior lucro recebido”, concluiu Laís Casado.

Porém, a analista da UAM deixa um alerta: ao assumir um negócio virtual, o empresário não pode deixar de lado o planejamento e os processos para a administração da empresa, da mesma forma que uma empresa física.

Redes sociais como oportunidade de negócio

Grande parte dos consumidores, antes de comprar qualquer produto, pesquisa na internet à procura da melhor oferta e da opinião de outros usuários, como um levantamento de satisfação. As redes sociais têm sido uma ferramenta utilizada pelos empresários para alcançar o maior número de internautas e potenciais clientes, a fim de se autopromoverem.

O relatório da agência ‘We Are Social’ ainda revelou que, a partir do momento que está online, o brasileiro fica metade do tempo acessando redes sociais. Enquanto 29% dos habitantes mundiais fazem parte de alguma mídia social, 47% dos brasileiros estão presentes em alguma plataforma, sendo as mais populares Facebook, Whatsapp, Skype, Google+, Twitter e Instagram.

O antigo ditado “uma imagem vale mais que mil palavras” nunca fez tanto sentido com o atual mercado.  O Instagram, por exemplo, é uma das redes sociais mais populares do mundo, com mais de 130 milhões de usuários, e tem atraído cada vez mais empresários em busca de vitrine. Segundo estudo realizado pela ComScore, o engajamento dos usuários do aplicativo com marcas e empresas cresceu 900% em só em 2013.

Atento a isso, o empresário Henrique Lobo viu a oportunidade para divulgar seus produtos e aumentar seu faturamento. Em 2014, após muito planejamento, ele iniciou de forma autônoma a “Mais Pé Sandálias”, que fabrica sandálias personalizadas para todos os tipos de festas, eventos e comemorações. Ele encontrou nas redes sociais uma forma de alcançar um número maior de possíveis clientes e decidiu investir.

Mas não bastava apenas estar online, era preciso tratar essas ferramentas com profissionalismo. Foi então que ele contratou uma empresa de comunicação para cuidar de suas mídias digitais e aí as coisas começaram a mudar.

As redes sociais proporcionaram que os produtos da Mais Pé Sandálias chegassem a outros Estados. Henrique Lobo já enviou produtos para clientes em Pernambuco, Bahia e São Paulo.

“Quando começou a divulgação da “Mais Pé” no Facebook e Instagram, tive um retorno muito bom. Começaram a surgir mais clientes e, consequentemente, tive um aumento no faturamento. Também tenho usado o Whastapp para estreitar minha relação com meus clientes, oferecendo a eles um comunicação mais fácil e com um retorno mais rápido, e isso tem facilitado muito”, afirmou Henrique.

Em 2015, o empresário decidiu procurar o Sebrae para se formalizar e virou um Microempreendedor Individual (MEI). Após participar de cursos na instituição para se manter mais competitivo no mercado, ele já planeja expandir seu negócio e prepara uma loja online.

Desafios do e-commerce

Como a internet está em constante evolução, apresentando sempre novas formas do público se comunicar e interagir com o mundo, quem decidir investir na plataforma deve acompanhar esses avanços e aprender a criar estratégias para poder atrair mais internautas e, consequentemente, mais clientes para seu produto.

Da mesma forma que o modelo de comércio online aumenta o faturamento e a visibilidade, antes de iniciar uma rede social para o negócio ou uma loja online, o empreendedor deve estar disposto a se dedicar a ela e adquirir o máximo de conhecimentos para poder aproveitar suas vantagens.

O e-commerce também traz desafios que precisam ser ultrapassados, como a maior concorrência, criação de um site adequado e de fácil acesso, oferta de produtos e serviços de qualidade, e a segurança e proteção dos dados dos consumidores na hora da compra. Algumas informações importantes merecem atenção:

·  Adquirir conhecimento sobre o nicho de mercado que vai atender;

·  Pesquisar possíveis concorrentes que ofereçam serviços e produtos semelhantes na internet;

·  Entender o tipo de produto que os internautas desejam consumir na internet;

·  Conhecer os direitos e deveres sobre a venda de produtos online;

·  Disponibilizar ao consumidor uma entrega segura e rápida.

1 Comment

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    vendedoresds Reply

    ago 11, 2016 at 00:53

    teste

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